
Bancários e bancárias do Itaú aprovaram em assembleia virtual, realizada no dia 13 de janeiro, o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) que estará em vigor ao longo de 2026. O acordo abrange todos os funcionários do banco, em diferentes áreas, e assegura importantes garantias e avanços nas condições de trabalho.
Entre os principais pontos aprovados estão regras explícitas para a fiscalização do trabalho, com atenção especial ao home office, além de aumento real nos auxílios de bolsa educação e na verba de teletrabalho. Com a aprovação do ACT, os trabalhadores receberão do banco as informações sobre o cronograma para inscrição no auxílio bolsa educação.
O acordo é resultado de várias rodadas de negociação e estabelece parâmetros mais claros para o uso de tecnologias no monitoramento das atividades, garantindo a privacidade dos empregados, além de reforçar princípios de transparência e ética nas relações de trabalho.
Para Sérgio Francisco, dirigente sindical e membro da COE Itaú, o ACT representa um avanço importante para a categoria. “O acordo aprovado traz avanços significativos para os trabalhadores, além de garantias, transparência e ética. Após várias rodadas de negociação, conseguimos avançar principalmente em relação ao teletrabalho, com limites ao uso de novas tecnologias no monitoramento, garantindo a privacidade dos trabalhadores”, destacou.
Confira o que foi aprovado no ACT
- Reajuste do auxílio bolsa educação em 5,22% (INPC + 1% de aumento real), com valor de até R$ 631,32 por mês;
- Reajuste da verba de teletrabalho em 5,22%, passando para R$ 115,14 mensais ou R$ 1.381,68 anuais, além da formalização de regras e garantias para o trabalho remoto;
- Regras e fiscalização do banco de horas, com melhorias na forma de compensação;
- Gestão ética da tecnologia, para coibir abusos no controle do trabalho;
- Programa de Acolhimento para empregados afastados por período igual ou superior a 180 dias, com redução de metas no retorno;
- Instituição de mesa bipartite permanente de negociação, garantindo diálogo contínuo sobre processos de reestruturação e fechamento de agências.
"Agradecemos a participação de cada trabalhador e trabalhadora nas assembleias, que foi decisiva. Foi o nosso engajamento coletivo que pressionou, abriu diálogo e garantiu avanços concretos nas negociações; sem essa unidade, muitos dos direitos inscritos no novo acordo não estariam assegurados. Por isso, aproveitamos para reforçar a importância da nossa organização para transformar essas vitórias em direitos permanentes e avançar ainda mais na defesa das nossas condições de trabalho”, concluiu a secretária geral do Sindicato dos Bancários de Araraquara e região, Andréia C. de Campos.

Tragédia anunciada: se o BB for privatizado, você pode perder o seu emprego

Da luta pela liberdade a milhões de famílias atendidas: o que o Brasil pode perder sem uma Caixa pública

Itaú: Movimento sindical cobra ampliação de indenização por fechamento de agências e avanços na renovação do ACT

Desemprego, menos direitos e desmonte da Cassi e Previ: os reais impactos em caso da privatização do BB

Caixa: Fruto de negociação, deltas podem garantir até 4,6% de aumento na remuneração-base

Prepare a raquete: 4º Torneio de Beach Tennis do Sindicato será no dia 7 de novembro

Convocação à mobilização em defesa do Brasil e da classe trabalhadora no 2º turno

Nova CCT aumenta participação dos trabalhadores na prevenção dos riscos à saúde mental

Banco do Brasil: licença-paternidade ampliada de 35 dias já está valendo
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias