
A votação da eleição para o Conselho Administrativo da Caixa foi retomada às 8h desta segunda-feira (9) e segue até às 17h de terça-feira (10). Toda empregada e todo empregado da ativa têm direito ao voto. Contraf-CUT, Fenae e a maioria dos sindicatos e APCEFs em todo o país apoiam Fabiana Uehara, que concorre ao cargo com o número 0001.
“A eleição do CA da Caixa é extremamente importante para as empregadas e os empregados. É no CA que são definidas estratégias de atuação do banco, que interferem diretamente no nosso dia a dia de trabalho, como reestruturações da rede e das funções, perfil de atuação comercial e política de metas. Termos alguém no CA com competência, reponsabilidade e compromisso com os trabalhadores é fundamental”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco.
Como votar:
- Acesse: eleicaoca.caixa.gov.br
- Faça login com CPF e senha
- Na página de votação, digite 0001, Fabi Uehara
Nossa voz no CA
“Dos oito membros do Conselho, apenas a Fabi está lá para nos representar. Com a força do nosso voto, é nossa voz no CA. Quanto maior o número de empregadas e empregados participarem da eleição e votarem, mais forte e representativa é essa força”, disse o empregado da Caixa e diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Rafael de Castro.
O dirigente da Contraf-CUT explicou que ela ouve as empregadas e os empregados e trabalha de forma articulada com o movimento sindical e associativo do pessoal da Caixa, para debater as estratégias da Caixa e fazer com que sejam consideradas não apenas aspectos comerciais e financeiros, mas também a saúde e condições de trabalho e a valorização dos empregados, tanto do lado financeiro, quanto na capacitação.
Rafael ressalta ainda que as estratégias do banco também precisam considerar que a Caixa é a principal responsável pela execução de uma série de políticas sociais do governo Federal.
“Não dá para o banco implementar um sistema de premiação que funciona como ‘ou tudo, ou nada’ e desconsidere todo o trabalho que é feito no dia a dia para sustentar os resultados do banco. Assim como não dá para sair fechando agências sem diálogo, de forma arbitrária. O banco precisa abrir diálogo com a sociedade e o movimento sindical, considerando que o perfil de nosso cliente é diferente do perfil de clientes de bancos privados. Muitos não têm smartphones e tampouco acesso a bancos de dados de internet”, explicou o dirigente da Contraf-CUT. “Por isso que a Fabi e o movimento sindical têm brigado contra isso”, completou.

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