
A Fundação dos Economiários Federais (Funcef) divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2024. Com rentabilidade de 1,39%, os resultados ficaram significativamente abaixo da meta de 2,70%, apontando desafios e a necessidade de ajustes na gestão dos recursos.
A rentabilidade acumulada de 1,39% não só ficou abaixo da meta atuarial de 2,70% como também da taxa CDI, que foi de 2,62%. O CDI é uma referência importante para os investimentos em renda fixa. Embora a Funcef tenha ampliado a alocação na carteira de renda fixa, ainda ficou consideravelmente abaixo do CDI.
"Entre os principais fatores que contribuíram para essa performance insuficiente está a queda da Bolsa de Valores, atestada pela rentabilidade negativa do IBrX 100 (índice de referência para investimentos em renda variável), que teve uma queda de 4,29%. Esse desempenho impactou especialmente os investimentos em renda variável, que registraram uma rentabilidade negativa de 5,21%.
Os planos apresentaram um déficit acumulado de R$ 7,802 bilhões até março de 2024, um aumento de 22,8% em relação ao valor de dezembro de 2023. Esse crescimento no déficit é um sinal de alerta, caso o limite de solvência seja ultrapassado, pode haver novo equacionamento para alguns planos, como o Reg/Replan Saldado.
Entre os planos de benefício, Reg/Replan Saldado (1,28%), Reg/Replan Não Saldado (1,57%), cota dos ativos do Novo Plano CD (1,31%) e REB CD (0,79%) apresentaram rentabilidade abaixo da meta. Apenas o Novo Plano BD e o REB BD, cota dos aposentados, superaram a meta atuarial, com 3,17% e 2,87%, respectivamente.
Os investimentos em renda fixa mostraram um resultado positivo de 2,62%, assim como os investimentos no exterior (6,82%) e operações com participantes (2,93%).
Contencioso – grande fator de déficit da Fundação e que é pago pelo participante no lugar da patrocinadora, o contencioso continua crescendo. Considerando todos os planos de benefícios, o valor em perda provável, aquele que é preciso provisionar as perdas no balanço, é de R$ 2,7 bilhões. Este montante impacta diretamente o déficit da Fundação. Destes, R$ 1,9 são referentes às ações trabalhistas. Importante informar que este valor é apenas o provisionado. Quanto ao chamado contencioso oculto, aquele já custeado somente pelos participantes, é estimado em valores significativamente maiores e não há informações sobre este montante.

COE Santander cobra valorização do PPRS e avanço nas demais reivindicações da minuta

Paralisação dos bancários ganha repercussão na imprensa e expõe intransigência dos bancos na Campanha Nacional

Com 97% das agências paralisadas, bancários de Araraquara cobram proposta da Fenaban

Caixa frustra empregados sem nova proposta para o Saúde Caixa

BB propõe clausular ações por igualdade e combate à violência doméstica, mas segue sem apresentar soluções às principais reivindicações dos funcionários

Banco do Brasil tem nova rodada de negociação nesta quarta-feira (19) e funcionários cobram propostas

Santander volta a mesa de negociação nesta quarta-feira (19) e funcionários esperam avanços no PPRS

Mobilização dos trabalhadores faz bancos recuarem de proposta de reajustes por faixas salariais

Aviso de Paralisação de 24h por proposta decente da Fenaban
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias