
Depois de mais de dois anos de espera, a Fundação dos Economiários Federais (Funcef) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) assinaram, na última quinta-feira (3), o contrato de convênio para o pagamento de benefícios.
O acordo, válido por cinco anos, era uma reivindicação dos participantes e das entidades representativas como a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae). A renovação do convênio se arrastava desde 2019. “Uma das primeiras medidas da direção da Funcef com o fim do convênio foi confiscar a margem consignável. Desde então, temos cobrado a devolução da margem para tomada de empréstimo. Infelizmente este valor passou a fazer parte da receita dos participantes, principalmente para os aposentados, sufocados com o pagamento das contribuições extraordinárias”, ressaltou Jair Pedro Ferreira, diretor de Formação da Federação.
“Equivocadamente a Funcef estava condicionando o restabelecimento da margem consignável à assinatura do convênio. Perto de assinar, finalmente a Funcef liberou a margem, mas aumentou a taxa para empréstimos”, explicou a diretora de saúde e previdência da Fenae, Fabiana Matheus.
O convênio antecipa o pagamento do valor do INSS para o dia 20 de cada mês, junto ao benefício da Fundação. A inclusão dos que recebem o benefício do INSS no contracheque da Funcef é automática.
Segundo a Funcef, aposentados ou pensionistas com empréstimos ativos no INSS só poderão aderir ao novo contrato “depois de quitarem o empréstimo feito com o aval da Previdência Social”.

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