
Na tarde desta sexta-feira (19), o Coletivo Nacional dos Financiários da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) realizou mais uma rodada de negociações com a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi).
A pauta do encontro incluiu temas cruciais como Saúde, Segurança dos trabalhadores, metas e violência organizacional, incluindo a violência contra a mulher, assédio moral e sexual. Outro tema debatido foram as medidas para o combate e prevenção de doenças e suas sequelas, especialmente o coronavírus, causador da covid 19.
As metas de desempenho têm sido um ponto central nas discussões, pois pesquisas realizadas na categoria apontam que elas são o maior fator de desencadeamento de condutas violentas e de assédio moral no ambiente de trabalho. Em resposta a essas preocupações, o movimento sindical tem reivindicado a discussão contínua sobre as metas e a implementação de reuniões mensais para acompanhar o tema.
Jair Alves, coordenador do coletivo, destacou a importância da transparência no aparato de segurança das financeiras em relação aos dados dos locais de trabalho. “Nós queremos entender os métodos utilizados para garantir a saúde do trabalhador no dia a dia dele, em visitas aos clientes e até no próprio local de trabalho,” afirmou Alves, enfatizando a necessidade de um ambiente de trabalho seguro e saudável.
Outro ponto crucial debatido foi a violência contra as mulheres. Magaly Fagundes, secretária de Organização do Ramo Financeiro e Política Sindical da Contraf-CUT, ressaltou a necessidade de criar um canal de apoio dedicado a tratar de questões relacionadas à violência contra a mulher. “Esse canal terá a função de acolher a financiária vítima de violência doméstica e familiar, proporcionando o suporte necessário para que ela possa enfrentar e superar essas situações,” explicou Fagundes.
A rodada de negociações reforçou o compromisso das entidades em buscar soluções que promovam um ambiente de trabalho mais seguro e saudável para todos os trabalhadores do setor financeiro. As discussões continuarão em reuniões futuras, com a expectativa de avanços significativos em cada uma das pautas apresentadas.

COE Santander cobra valorização do PPRS e avanço nas demais reivindicações da minuta

Paralisação dos bancários ganha repercussão na imprensa e expõe intransigência dos bancos na Campanha Nacional

Com 97% das agências paralisadas, bancários de Araraquara cobram proposta da Fenaban

Caixa frustra empregados sem nova proposta para o Saúde Caixa

BB propõe clausular ações por igualdade e combate à violência doméstica, mas segue sem apresentar soluções às principais reivindicações dos funcionários

Banco do Brasil tem nova rodada de negociação nesta quarta-feira (19) e funcionários cobram propostas

Santander volta a mesa de negociação nesta quarta-feira (19) e funcionários esperam avanços no PPRS

Mobilização dos trabalhadores faz bancos recuarem de proposta de reajustes por faixas salariais

Aviso de Paralisação de 24h por proposta decente da Fenaban
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias