
O Brasil registrou em setembro o maior número de pessoas em extrema pobreza, desde a criação, em 2001, do Cadastro Único para programas sociais do governo federal, também conhecido como CadÚnico. Ao todo, 49 milhões de brasileiros —ou 23% da população— afirmam não ter renda suficiente para sobreviver e precisam de auxílio governamental.
Desde janeiro de 2019, quando teve início a atual gestão federal, até agora, houve um aumento de 10 milhões de pessoas que vivem em extrema pobreza. Em dezembro de 2018, eram 39 milhões de brasileiros nessa condição. Segundo classificação da legislação brasileira, estão na extrema pobreza pessoas que vivem em famílias com renda per capita de até R$ 105 por mês. É pela renda informada pelas famílias ao CadÚnico que o governo define quem tem direito a receber o Auxílio Brasil e outros benefícios sociais.
Os dados completos podem ser vistos diretamente no site do governo federal, clicando aqui.
Para Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a culpa é do atual “desgoverno federal”. “A falta de política de criação de emprego, de desenvolvimento econômico e de controle da inflação são fatais para a classe trabalhadora. O resultado não poderia ser outro, senão o empobrecimento da população. E isso tem motivado muita gente a procurar algum benefício governamental”. Juvandia também chamou de falacioso o discurso de campanha do atual presidente. “Ele tem afirmado que sua gestão concede benefícios para mais pessoas. O que ele não fala é que isso somente acontece porque existe um número muito maior de pessoas que vive em extrema pobreza”, completou.

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