
O Bradesco está substituindo o pagamento de horas extras por folgas ao adotar um acordo individual de compensação de horas que deve ser pactuado entre funcionário e gestor.
Quando anunciou a mudança, o banco informou ao movimento sindical que a adesão seria voluntária. Porém, bancárias e bancários têm relatado pressão indireta para a anuência.
Para o Sindicato dos Bancários de Araraquara e região, a adoção de acordos individuais para compensação de horas enfraquece a proteção coletiva e rompe com conquistas históricas da categoria.
“Enquanto a negociação coletiva garante equilíbrio, acompanhamento e regras claras, o acordo individual expõe o trabalhador a riscos, reduz sua capacidade de reação e abre espaço para abusos”, afirma Marcelo Fabiano Siqueira, diretor do Sindicato.
Pressão por adesão voluntária e impactos na rotina
Sob o argumento de flexibilização da jornada, o acordo individual de compensação de horas levanta dúvidas sobre seu caráter voluntário. Relatos de diversas unidades indicam imposição velada.
Em um ambiente de metas abusivas, a compensação de horas dificulta o planejamento pessoal e aumenta o desgaste dos trabalhadores, que enfrentam sobrecarga física e mental sem pagamento de horas extras.
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