
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar nesta quarta-feira (8) o julgamento sobre a legalidade do uso da Taxa Referencial (TR) para correção das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
A análise sobre a correção do FGTS foi suspensa em abril deste ano por um pedido de vista apresentado pelo ministro Nunes Marques. Até o momento, o placar da votação está 2 a 0 pela inconstitucionalidade do uso da TR para correção das contas do fundo. Pelo entendimento, a correção não pode ser inferior à remuneração da poupança.
O julgamento desperta a atenção pelas consequências da eventual mudança no cálculo da remuneração do fundo. Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), eventual decisão favorável à correção poderá provocar aumento de juros nos empréstimos para financiamento da casa própria e aporte da União de cerca de R$ 5 bilhões para o fundo.
Entenda
O caso começou a ser julgado pelo Supremo a partir de uma ação protocolada em 2014 pelo partido Solidariedade. A legenda sustenta que a correção pela TR, com rendimento próximo de zero por ano não remunera adequadamente os correntistas, perdendo para a inflação real.
Criado em 1966 para substituir a garantia de estabilidade no emprego, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço funciona como uma poupança compulsória e proteção financeira contra o desemprego. No caso de dispensa sem justa causa, o empregado recebe o saldo do FGTS, mais multa de 40% sobre o montante.
Após a entrada da ação no STF, leis começaram a vigorar, e as contas passaram a ser corrigidas com juros de 3% ao ano, o acréscimo de distribuição de lucros do fundo, além da correção pela TR.

Fim da escala 6×1 começa a ser debatido hoje (6), no Senado. Saiba como pressionar!

Endividamento das famílias aumenta com juros praticados pelo BC independente

Sindicalizados têm 50% de desconto em curso de Introdução à IA e Machine Learning com Python

Sindicato dos Bancários de Araraquara repudia postura da direção da Caixa e cobra respeito aos empregados

Prepare a raquete: vem aí o 4º Torneio de Beach Tennis do Sindicato!

Funcef: Começou a prova de vida para os nascidos em outubro

Santander apresenta proposta insuficiente e não retoma negociação após rejeição da COE

Direito à desconexão: nova CCT garante respeito ao tempo de descanso dos bancários

Caixa confirma PLR, prêmio de R$ 3 mil e Super Caixa para dia 20
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias