
A UNI Américas Finanças, através de sua Aliança Latino-Americana em Defesa dos Bancos Públicos fez na última quinta-feira (18) sua reunião ordinária semipresencial em Bogotá na Colômbia. O encontro de trabalhadoras e trabalhadores do ramo financeiro debateu a difícil situação dos bancos públicos na nossa região.
O coordenador da Aliança, Gustavo Tabatinga, Secretário Geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), fez uma apresentação por videoconferência da situação dos bancos públicos brasileiros, todos submetidos a reestruturações, desmontes e ameaça de privatização.
Durante a reunião, os representantes dos sindicatos do sistema financeiro da Costa Rica, Colômbia, Peru, El Salvador e Argentina manifestaram com cartazes seu apoio à luta que os sindicatos do sistema financeiro brasileiro filiados à Contraf-CUT vem travando no Brasil em defesa do património público, contra o racismo, em defesa do meio ambiente, contra a retirada de direitos e principalmente em defesa da democracia.
“Com a pandemia, os bancos públicos tiveram um papel fundamental para dar suporte à população para enfrentar esse momento tão grave, onde dois vírus são enfrentados: o da Covid-19 e o do governo Bolsonaro. Por isso, a nossa aliança com nossos companheiros latino-americanos de diversos bancos públicos fez esse protesto em defesa do que é público e que deve ser para todos”, afirmou o secretário-geral da Contraf-CUT.
Gustavo Tabatinga lembrou que o governo Bolsonaro, além de atacar os bancos públicos no Brasil, fechou várias unidades do Banco do Brasil na América Latina, fechamento que foi denunciado pela UNI na reunião de Aliança em Bogotá.

Fechamento de agências é destaque na Folha de S.Paulo. Em 10 anos, bancos encerraram 37% das unidades

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