
As eleições da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) mobilizam os associados em todo o país em torno de um debate fundamental: o futuro da entidade e o fortalecimento de um dos maiores patrimônios dos trabalhadores do Banco do Brasil.
Com o lema “Cassi para os Associados”, as Chapas 2 (Diretoria e Conselho Deliberativo) e 55 (Conselho Fiscal) defendem uma gestão comprometida com a transparência, a sustentabilidade e a centralidade dos participantes nas decisões. A proposta é fortalecer o modelo assistencial, ampliar a Atenção Primária à Saúde (APS) e a Estratégia Saúde da Família (ESF), qualificar a rede credenciada e garantir responsabilidade na gestão dos recursos.
Para a coordenadora da Comissão dos Funcionários do Banco do Brasil, Fernanda Lopes, o momento é decisivo para reafirmar o caráter solidário da entidade. “A Cassi é uma conquista histórica dos trabalhadores do Banco do Brasil. Não é apenas um plano de saúde, é um pacto de solidariedade e cuidado construído coletivamente. Por isso, é fundamental eleger representantes comprometidos com os associados, com a transparência e com a sustentabilidade da nossa Caixa de Assistência. Fortalecer a Cassi é garantir atendimento de qualidade hoje e no futuro”, afirma Fernanda.
Rede referenciada e redes temáticas
Entre as propostas apresentadas pelas chapas está a reestruturação da rede referenciada, que passará a ser avaliada de forma sistemática por participantes e por indicadores técnicos. A medida prevê a classificação objetiva dos prestadores de serviço, com adoção do conceito de rede dinâmica, permitindo a exclusão de serviços mal avaliados e maior eficiência na gestão das despesas assistenciais.
A proposta também prevê a integração da rede à APS e à ESF, fortalecendo a coordenação do cuidado, ampliando a aderência a protocolos clínicos e reduzindo impasses em autorizações.
Outro eixo é a criação de redes temáticas organizadas por linhas de cuidado prioritárias, estruturadas a partir dos melhores prestadores. O objetivo é garantir jornadas assistenciais mais organizadas, com referenciamento e contrarreferenciamento adequados, interoperabilidade de informações e acompanhamento contínuo coordenado pela Atenção Primária.
Expansão da APS e assessoria ao participante
As chapas defendem a expansão estruturada e territorialmente equilibrada da APS e da ESF, com planejamento baseado em estudos de risco populacional. A proposta inclui ampliação das CliniCASSI próprias e parceiras, fortalecimento da telessaúde e implantação de células avançadas, todas integradas por prontuário único e articulação direta com a rede referenciada.
Também está prevista a criação de uma Assessoria ao Participante integrada à APS e à ESF na Central Cassi, com apoio de inteligência artificial e ferramentas de interoperabilidade. A iniciativa busca oferecer orientação personalizada, especialmente para participantes com doenças crônicas, raras ou oncológicas, reduzindo falhas de comunicação, ansiedade e desperdícios.
Saúde do trabalhador e alianças estratégicas
O fortalecimento da Saúde do Trabalhador é outro compromisso das chapas, com integração efetiva à APS e à ESF, mapeamento dos principais agravos à saúde, criação de gerência específica e atualização do programa de medicamentos, com financiamento prioritário do banco por meio do PAS.
Além disso, as propostas incluem a construção de alianças estratégicas entre autogestões, ampliando a capacidade de negociação e defesa institucional frente às grandes operadoras, bem como o realinhamento estratégico dos planos comerciais, utilizando o modelo assistencial baseado na APS e na ESF para garantir sustentabilidade e competitividade.
Para Fernanda Lopes, a escolha nas urnas precisa refletir o compromisso com o caráter coletivo da entidade. “A Cassi só cumpre sua missão quando permanece dos associados e para os associados. Votar na Chapa 2 e na 55 é reafirmar esse compromisso histórico de cuidado, pertencimento e responsabilidade compartilhada”, reforça.
As eleições são uma oportunidade para que cada associado participe ativamente da construção de uma Cassi mais forte, democrática e sustentável.

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