Representantes dos Empregados da Caixa voltaram a receber reclamações de empregados do banco público, com função gratificada, relacionadas a cobrança para apresentação de certificações Anbima (CPA-10 e CPA-20).
Segundo os bancários, o prazo exigido pela direção do banco para apresentação das certificações é muito curto: 15 de setembro. Além disso, a gestão da empresa determinou até 31 de agosto para que os trabalhadores façam cursos Agir Certo e PCD. Ambos são necessários para poder concorrer ao Processo Seletivo Interno (PSI).
Já é um absurdo a gestão Pedro Guimarães cobrar metas durante a pandemia, quanto mais cobrar cursos com prazo tão curto para serem finalizados, dada a alta demanda de atendimento que ainda existe nas unidades. Como o empregado vai conseguir fazer todos esses cursos tendo ainda de bater essa meta e atender a população?
O prazo insuficiente está sendo exigido em meio a um cenário contínuo de redução do número de postos de trabalho e, ao mesmo tempo, de aumento abusivo das metas – em plena pandemia, a venda de produtos de seguridade para segmento PJ foi aumentada em quatro vezes, por exemplo.
“Falta de respeito, de humanismo”
A cobrança para apresentação da certificação Anbima está gerando transtornos psicológicos nos empregados.
“Sexta recebi um e-mail da [área] me cobrando a certificação. Só pressão! A Anbima ficou fechada três meses. Não se consegue agenda. Fico tão nervosa que de setembro até março reprovei duas vezes. Fora o gasto. Cada prova custa R$ 286. Isso tem mexido muito com meu emocional! Fora que a gestão não deixa a gente em paz para estudar. É uma falta de respeito, de humanismo até! Temos família e problemas pessoais também. Não dá para viver 24 horas de Caixa!”, desabafa uma empregada.
No final de maio, após cobrança do Sindicato e da Apcef/SP, a Caixa havia anunciado novo prazo para que os empregados com função gratificada apresentem as certificações Anbima.
É válido lembrar que também é responsabilidade da gestão da empresa a redução do número de empregados, e assim falta de tempo para estudos. Diante deste caos, as entidades sindicais voltarão a reivindicar a prorrogação desses prazos, bem como a suspensão das metas durante a pandemia.
Os empregados devem prontamente entrar em contato com o Sindicato quando ocorrerem metas abusivas para venda de produtos durante a pandemia; desrespeitos ao protocolo contra a covid-19; falta de empregados nas agências; e desrespeito à jornada no teletrabalho. As denúncias podem ser realizadas pelo WhatsApp (16) 98115-6150. O sigilo é garantido!
Bancários sindicalizados podem realizar cursos gratuitos na Rede do Conhecimento
Trabalhadores associados ao Sindicato podem realizar, gratuitamente, diversos cursos de ensino a distância (EAD). Entre as opções disponíveis, estão os cursos de CPA 10, CPA 20, CEA, CA 600, Bancos Públicos no Brasil, FBB 200, entre outros.
Como participar:
Cada bancário (a) pode se inscrever em até dois (2) cursos simultâneos. Os interessados devem enviar e-mail para a Secretaria Geral do Sindicato informando nome completo, e-mail e CPF. As informações serão repassadas à Contraf-CUT e à Fenae, que enviarão ao inscrito os dados necessários para acesso à plataforma dos cursos. Mais informações pelo WhatsApp (16) 98115-6150
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