
Um grupo de apenas 19 companhias abertas no país estão questionando na Justiça o pagamento de uma dívida que soma R$ 559 bilhões em tributos que não pagaram porque discordaram da cobrança. Essas ações tributárias representam 74,3% do total judicializado por elas, segundo levantamento do Valor Data.
O não pagamento de impostos gera um enorme rombo nos cofres da União, estados e municípios, e impede que o Estado faça mais investimentos em infraestrutura e áreas como saúde e educação, além de bancar mais benefícios como o Bolsa Família para a população mais vulnerável do país.
De acordo com o levantamento do Valor Data, as dívidas que as demais empresas têm em tributos não pagos podem chegar a R$ 3,7 trilhões ao serem somados os R$ 2,7 trilhões que já estão na dívida ativa dos valores confirmados na esfera judicial ou nem chegou a ser discutida.
Outra dívida que soma R$ 1 trilhão vem sendo discutido no Conselho de Administração dos Recursos Fiscais (CARF), diz o Valor Econômico. O total representa mais de 30% do Produto Interno Bruto (PIB), que fechou 2022 com o total de R$ 9,9 trilhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
As ações judiciais em sua maioria se referem ao Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) devido aos municípios (25%). Em seguida vem os impostos federais: a contribuição previdenciária (8,2%, um total de 174.128 processos) e o PIS/ Cofins o PIS com 5,8% (122.868 processos), segundo pesquisa CNJ/Insper.
Atos no Brasil pediram democratização do CARF
Para que as empresas pagam os impostos realmente devidos a CUT, as demais centrais sindicais e movimentos populares como Povo sem Medo e Frente Brasil Popular foram às ruas e às redes na terça-feira (21), reivindicando a democratização do CARF e a redução na taxa de juros.
Por que ir às ruas pela democratização do CARF
Além da demora das decisões judiciais existe ainda um componente que privilegia as grandes empresas, já que metade dos 180 conselheiros do CARF, órgão ligado à Receita Federal, que decide se a dívida deve ser paga, ou não, é composta por empresários que atuam em favor dos devedores. O governo detém outros 90 assentos no Conselho, enquanto os representantes dos trabalhadores somam apenas seis, uma enorme desvantagem na hora de decidirem se a empresa tem de pagar o imposto que está devendo.

Pagamento do Super Caixa de 2025 e regras para 2026 frustram empregados. Entidades sindicais cobram negociação dos critérios em mesa

2º turno da eleição para o CA da Caixa começa nesta quarta-feira (18). Vote Fabiana Uehara - 0001!

Dia Nacional de Luta: Sindicato protesta contra exploração, demissões e fechamento de agências no Itaú

Reestruturação sem responsabilidade social leva Sindicato às ruas em defesa dos trabalhadores do Bradesco

Contraf-CUT e Sindicatos lançam panfleto didático e interativo de como enfrentar atitudes tóxicas e de violência doméstica

Fenacrefi apresenta 'Rosto dos Financiários' nesta terça-feira (17)

Planejamento estratégico fortalece agenda de lutas do Sindicato para 2026

Mesmo com mercado de trabalho aquecido, bancos eliminam 8,9 mil postos em 2025; mulheres são mais afetadas

Eleições da Cassi começam nesta sexta-feira (13); associados podem votar por aplicativo, site e terminais do BB
Institucional
Diretoria
História
Conteúdo
Acordos coletivos
Galeria
Notícias